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17 respostas a Contactos

  1. Antonio Carvalho diz:

    Os, MEAT LOAF, tem uma cancao muito apropriada aos tempos de hoje.
    LIFE IS A LEMON AND I WANT MY MONEY BACK, podia ser usada pelo movimento.
    E a minha sujestao.

  2. maria diz:

    não sei porquê mas quer-me parecer que este movimento como todas as outras iniciativas em Portugal vai ficar por um pouco de barulho e nada mais.

    Faz-se uma manifestação, e, já está. Os portugueses precisam de entender que é necessário muito mais para se dar a volta às coisas. Hoje li numa notícia em que dizem que a intenção deste governo é acabar com os 2 subsídios, e, tudo leva a crer que assim vai ser se nada se fizer. É certo que a notícia tambem informa que os montantes seriam integrados nos salários e pensões, mas, isso depois é fácil com mais um aperto nos escalões do irs e levam-nos tudo.

    Porque é que temos que continuar a ser pobres? Há tantos países no mundo e na europa bem mais pequenos e com níveis de vida fantásticos. Somos pobres porque a classe política não sabe ou não quer mudar as coisas e eu inclino-me mais para a última hipótese. Isto tem de mudar. Se não for agora que não estamos sózinhos, nunca mais será.

    • Rui Mestre diz:

      Concordo com a Maria. Se fizermos uma manifestação esporádica terá o mesmo efeito que as anteriores. Os sindicatos dizem que aderiram todos, o governo diz que não aderiu ninguém, 2 dias depois já ninguém fala nisso! Devemos procurar inspiração nos tunisinos, egípcios, ou mesmo no “Occupy Wall Street” que não deram descanso ás autoridades até que as suas pretensões fossem atendidas – veremos se os últimos confirmam/generalizam uma tendência mundial!

      Precisamos duma boa organização logística(comida, colchões, cobertores, etc.) e especialmente de muitos milhares de cidadãos saturados da prática das mesmas políticas amplamente elogiadas por dezenas de “boys” que nos afundam cada vez mais num mar de incompetência demagógica. Acredito que uma massa humana na ordem das 10000 pessoas que se recuse a arredar pé da Av. da Liberdade atrairá muitas simpatias e apoios de muitas pessoas que se revêem neste descontentamento. A restauração está ameaçada com um brutal aumento de IVA que conduzirá a um brutal fecho de muitos estabelecimentos. Não contribuiriam eles com alguma comida para os manifestantes se o protesto fosse para manter? As demais pessoas que vêem os seus pequenos rendimentos roubados por este governo corrupto não contribuiriam para uma mudança do regime se provarmos a validade do nosso protesto?

      Parte I

      • Estive na Acampada de Lisboa desde o seu início e dormi os 13 ou 14 dias no Rossio, a comida não foi problema, nem tão pouco a logística, o problema foi que erma quase sempre as mesmas pessoas a ficar à noite na acampada as outras ”revolucionárias” iam para casa. Também surgiram problemas de segurança com pertences individuais roubados. E um monte de pessoas que apareciam sómente às horas das refeições para comer. O que se compreende. Muitas das pessoas desocupadas de Lisboa ocupavam a praça traziam lixo e provocavam a maior bagunça, desarrumando, sujando e impedindo as outras de conviver saudavelmente, pintar, etc.
        Houve uma altura que o espaço do Grupo de Comunicação foi literalmente ocupado impeddindo o mesmo de funcionar.

    • antonio cristovao diz:

      parece que es bruxa (nao te deixes cassar). concordo que o mais facil e protestar pela avenida(e fica-se com a sensacao que se luta pela liberdade) mas e preciso muito mais, e trabalho duro= dar informacao credivel nao demagogica aos eleitores para que nao votem como quem vai a fatima, meca ou ganges. Isso da muito trabalho mas e eficaz

  3. Rui Mestre diz:

    Precisamos deste núcleo duro desta magnitude para que as pessoas se possam revesar sem que a manifestação perca impacto. Com sorte – que também é imprescindível nestas situações – talvez os nossos compatriotas resolvam aumentar o número. O efeito de matilha é uma poderosa motivação para o ser humano!

    Eu estarei presente numa manifestação assim e trabalharei 24/24h para a projectar, organizar e torná-la realidade! Mas não posso fazê-lo sozinho..

  4. josé antónio diz:

    O Estado somos nós todos custa-me ver tanta passividade toda a gente sem sorrisos sem dinheiro sem emoções .não devemos criar estes movimentos para se tornarem outros partidos politicos ,devemos-nos unir para criar e não para destruir todos e não alguns, julgar os culpados que estão com o nosso dinheiro e não estão presos ,devem responder por isso ,a europa ex plurou-nos em quanto tivemos e vão acabar por nos correr(matar) vamos ganhar outra vez a nossa independencia e deixar de uma vez por todas de ser parvos.devemos voltar a terra que ai são as nossas origens não precisamos de muito para ser felizes ,partilharmos ideias e até o proprio pão se for preciso só assim a que conseguimos sair desta o capitalismo faliu e temos que oenterrar e isso está nas nossas mãos .Isto tudo deveria ser a nossa essencia outros no passado já o foram.Basta ser portugues

  5. graça moita diz:

    todas estas politiquices destes politicos despolitizados não têm fundamentos.Estamos todos na miséria.

  6. Alcaide diz:

    Estou a acompanhá-los do outro lado do Atlantico onde se fala português, onde as águias estão a investir os seus recursos financeiros iludindo uma das maiores nações do planeta, com o tal do investimento externo para aquecer a economia. E sei que vai acontecer o mesmo que fizeram com a Europa através da CEE. Mandam aquele cartão de créticto para casa sem ninguém pedir, e ficam só esperando o tonto cair na armadilha.
    Não adianta esperar nenhuma mudança dos que se dizem nosso dirigentes, pois eles são doentes mentais. Não é exagero algum, eles estão levando o barco ao fundo porque não têm qualquer noção da doença deles e nós ainda acreditados que criaram um sistema que funciona …

    Vocês querem uma medida prárica ? criem moedas sociais, assim começam uma nova economia real, baseada na produção real, sem especulações nem juros. No Brasil existam umas dezenas de cidades com estas moedas. Criem as vossas empresas, investindo o próprio trabalho, o capital vem como consequência. Tornando-se independentes.

    • Já vi. Só não perecebo porque as cidades ou povoações teêm que ter todas o mesmo desenho, por razões de eficiencia energética?! Não me parece…
      Também fico cismando na Direção do Projeto. Este termo ”Direcção” causa-me alguns arrepios… serão tecnocratas, cientistas encartados, outrora houve quem defende-se cidades estado governadas por filósofos. Não me agrada. E que tal espaços geridos democráticamente por assembleias gerais de todas as pessoas que neles viverem. E interligados uns aos outros funcionando em autogestão e apoio mútuo?!

  7. miguel diz:

    o povo portugues dorme durante o dia pk?quando e que aparece um movimento que faca a revolta nas ruas?tantas greves etcc…resolveu alguma coisa?os patros nao tao a ganhar?a ai gente a morrer a fome mas isso ninguem ve?criancas nem na escola comem?os governantes contentes no parlamento todos os dias e nada se passa?eu tenho vergonha na minha gerancao que nada faz?vivem na casa dos pais neh?e depois daqui a 10 anos sera melhor?olhem pa siria,egipto,libia o povo luta pk luta por os seus ideais e futuro?as dividas foram feitas por os governantes,patros e bancos eses sim e que ten que pagar

  8. luis costa diz:

    os portuguese investiram tempo e dinheiro para fazer greves para que tivessem os seus direitos havia piquetes hoje não há vem outros ocupar o lugar todo o portugues tem direito a pelo menos 1 dia por ano para tratar de assuntos pariculares utilizar esse dia para fazer manifestações diárias com todos os tipos de indignação em frente á assembleia da república seria centenas senão milhares todos os dias durante a semana as vossas manifestações ao fim de semana não fáz doer os ouvidos ao governo porque eles não estão lá porque foram para as casas de campo ou á praia ou passear enquanto outros não o podem fazer por não ter dinheiro sequer para levar os filhos á praia é uma sugestão que deixo aqui se é que serve de alguma forma espero ter ajudado desculpem a falta de pontuação mas não ligo muito a ela a não ser para fins mais elaborados se acharem que estou a ser muito duro desde já peço desculpa tenham um bom dia obrigado e boas manifestações.

  9. luis costa diz:

    fazem cortes nos subsidios só falta entrar em nossas casas encostare-nos á parede e perguntar onde estão os nossos bens e responder-mos que estão na troica e ainda leva-mos a cara e nem um piu

  10. scsantos diz:

    Esta é a solução para portugal.

    Islândia. O povo é quem mais ordena. E já tirou o país da recessão

    A crise levou os islandeses a mudar de governo e a chumbar o resgate dos bancos. Mas o exemplo de democracia não tem tido cobertura

    Os protestos populares, quando surgem, são para ser levados até ao fim. Quem o mostra são os islandeses, cuja acção popular sem precedentes levou à queda do governo conservador, à pressão por alterações à Constituição (já encaminhadas) e à ida às urnas em massa para chumbar o resgate dos bancos.

    Desde a eclosão da crise, em 2008, os países europeus tentam desesperadamente encontrar soluções económicas para sair da recessão. A nacionalização de bancos privados que abriram bancarrota assim que os grandes bancos privados de investimento nos EUA (como o Lehman Brothers) entraram em colapso é um sonho que muitos europeus não se atrevem a ter. A Islândia não só o teve como o levou mais longe.

    Assim que a banca entrou em incumprimento, o governo islandês decidiu nacionalizar os seus três bancos privados – Kaupthing, Landsbanki e Glitnir. Mas nem isto impediu que o país caísse na recessão. A Islândia foi à falência e o Fundo Monetário Internacional (FMI) entrou em acção, injectando 2,1 mil milhões de dólares no país, com um acrescento de 2,5 mil milhões de dólares pelos países nórdicos. O povo revoltou-se e saiu à rua.

    Lição democrática n.º 1: Pacificamente, os islandeses começaram a concentrar-se, todos os dias, em frente ao Althingi [Parlamento] exigindo a renúncia do governo conservador de Geir H. Haarde em bloco. E conseguiram. Foram convocadas eleições antecipadas e, em Abril de 2009, foi eleita uma coligação formada pela Aliança Social-Democrata e o Movimento Esquerda Verde – chefiada por Johanna Sigurdardottir, actual primeira-ministra.

    Durante esse ano, a economia manteve-se em situação precária, fechando o ano com uma queda de 7%. Porém, no terceiro trimestre de 2010 o país saiu da recessão – com o PIB real a registar, entre Julho e Setembro, um crescimento de 1,2%, comparado com o trimestre anterior. Mas os problemas continuaram.

    Lição democrática n.º 2: Os clientes dos bancos privados islandeses eram sobretudo estrangeiros – na sua maioria dos EUA e do Reino Unido – e o Landsbanki o que acumulava a maior dívida dos três. Com o colapso do Landsbanki, os governos britânico e holandês entraram em acção, indemnizando os seus cidadãos com 5 mil milhões de dólares [cerca de 3,5 mil milhões de euros] e planeando a cobrança desses valores à Islândia.

    Algum do dinheiro para pagar essa dívida virá directamente do Landsbanki, que está neste momento a vender os seus bens. Porém, o relatório de uma empresa de consultoria privada mostra que isso apenas cobrirá entre 200 mil e 2 mil milhões de dólares. O resto teria de ser pago pela Islândia, agora detentora do banco. Só que, mais uma vez, o povo saiu à rua. Os governos da Islândia, da Holanda e do Reino Unido tinham acordado que seria o governo a desembolsar o valor total das indemnizações – que corresponde a 6 mil dólares por cada um dos 320 mil habitantes do país, a ser pago mensalmente por cada família a 15 anos, com juros de 5,5%. A 16 de Fevereiro, o Parlamento aprovou a lei e fez renascer a revolta popular. Depois de vários dias em protesto na capital, Reiquiavique, o presidente islandês, Ólafur Ragnar Grímsson, recusou aprovar a lei e marcou novo referendo para 9 de Abril.

    Lição democrática n.º 3: As últimas sondagens mostram que as intenções de votar contra a lei aumentam de dia para dia, com entre 52% e 63% da população a declarar que vai rejeitar a lei n.o 13/2011. Enquanto o país se prepara para mais um exercício de verdadeira democracia, os responsáveis pelas dívidas que entalaram a Islândia começam a ser responsabilizados – muito à conta da pressão popular sobre o novo governo de coligação, que parece o único do mundo disposto a investigar estes crimes sem rosto (até agora).

    Na semana passada, a Interpol abriu uma caça a Sigurdur Einarsson, ex-presidente-executivo do Kaupthing. Einarsson é suspeito de fraude e de falsificação de documentos e, segundo a imprensa islandesa, terá dito ao procurador-geral do país que está disposto a regressar à Islândia para ajudar nas investigações se lhe for prometido que não é preso.

    Para as mudanças constitucionais, outra vitória popular: a coligação aceitou criar uma assembleia de 25 islandeses sem filiação partidária, eleitos entre 500 advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais, etc. A nova Constituição será inspirada na da Dinamarca e, entre outras coisas, incluirá um novo projecto de lei, o Initiative Media – que visa tornar o país porto seguro para jornalistas de investigação e de fontes e criar, entre outras coisas, provedores de internet. É a lição número 4 ao mundo, de uma lista que não parece dar tréguas: é que toda a revolução islandesa está a passar despercebida nos media internacionais.

  11. duarte.sa.miranda@mail.com diz:

    Nao percam a vontade de continuar a lutar por um Portugal digno e sem corruptos. Para além das manifestações é importante apontar o dedo a todos aqueles que vivem da “Cunha” e dos “amigos influentes”. Essa gente tem e deve ser denunciada, para que o país se livre dessa escumalha. Vamos lutar por um Portugal sem corruptos em que o mérito prevalece.

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